sábado, 12 de setembro de 2009

« enquanto durar, é ir ás nuvens e voltar. »

É um clássico. Com todas as particularidades que lhe pertencem. Há drama, há paixão, risco, pecado, crime, há medo e muito, muito sabor. Dançam noites foras, perdidos no luar que se sentou confortável na linha do horizonte. O amor pelo homem mais velho. Dois elementos que o mundo julga incompatíveis, como fogo e agua mergulhados numa bolha de sabão. Um enlouquecer de desejo mútuo. De primeiro grande amor a um e o apaixonar pela imaturidade doce de outro. O receio de perda é subconsciente. Ainda assim afirma felicidade. Porque tal como os desafinados também cantam, os clássicos também podem ser surpreendentes e tão, tão bons.


O risco è um excelente afrodisíaco. Não se deve julgar, desde que as duas pessoas estejam bem, é o que mais interessa.

«Cantem os desafinados, amem-se os clássicos.»


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